quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Diário de FIFA



Começa hoje o Diário de FIFA, que é no mesmo esquema do Diário de Winning Eleven. Porém aqui eu não vou falar das minhas copas e torneios, e sim do meu modo carreira do FIFA, que é semelhante à master liga do Winning Eleve

Capítulo I - Início da carreira


Bem, eu comecei a jogar o modo carreira há uma semana atrás, no FIFA 09, e pelo jeito não parei mais! Logo quando comecei no Manchester City, o time que escolhi, o mercado de transferências estava aberto e estava disponível o atacante Dimitar Berbartov, do Manchester United, e que, no jogo, havia rescindido o contrato com o United. Fui informado pelos diretores que a torcida o queria. Então não perdi tempo! Afinal, ele tinha rescindido o contrato, e não ia me custar nada! Pensa que foi fácil! Se enganou! Foi dificíl, e como! O problema era o salário!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Postagem do Leitor

Leitores e Leitoras do Sportstrella 2.0, agora é a sua vez de dar a sua opnião aqui no Blog! Mande um e-mail para

De volta ao trabalho!

Caros leitores,

Após um longo tempo afastado do Sportstrella 2.0, eu volto a escrever hoje! Esse ano de 2009 teremos novidades como o Diário de FIFA, no qual irei falar sobre os fatos que ocorreram nesse outro jogo. Teremos também o Figurinha Especial, onde vocês vão poder escolher sobre quem eu vou falar. Aliás o primeiro desse ano vocês já decidiram, e será Zidane! Além disso vocês poderão escrever suas próprias postagens, e a melhor será postada no fim de cada mês!

Bem, isso é tudo! De volta ao trabalho!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Diário de Winning Eleven


CAPÍTULO II: Fase Eliminatória

PARTE I: Oitavas-de-Final

Chagamos nas oitavas de finais. Agora qualquer errinho podia ser crucial. O Japão iria jogar contra a República Tcheca, a Austrália contra a Espanha, o Irã contra a Alemanha e a Arábia contra a Irlanda.

Os japoneses se preparavam e iam confiantes para o jogo. Afinal, não era à toa. O time terminou a primeira fase com 100% de aproveitamento. Foi um jogo duro. Pau-a-pau. O goleiro tcheco, Petr Cech, salvava o time a cada chute japonês. Mas mal sabia ele, que quem seria o herói do jogo não seria ele, e sim Takahara. Foi ele o autor do gol que classificava o Japão para a próxima fase. Placar final: República Tcheca 0x1 Japão. O Japão estava classificado para a próxima fase.

Os australianos já não tinham tanta confiança. O time se classificara em segundo, com apenas cinco pontos. Sem contar o fato de que iria pegar a Espanha. Só que eles não sabiam que esse viria a ser um dos melhores, senão o melhor jogo da fase eliminatória. Os times entram em campo e logo no início do jogo os espanhóis já marcam, com um gol de Xavi. Pensa que a Austrália se abateu? Então continue pensando! O time partiu pra cima e empatou o jogo com Viduka. E não foi só isso! O time virou! Mas no finzinho Villa deixa tudo igual. O jogo acabou e foi para a prorrogação. Mas nada mudou. Fim de partida: Austrália 2x2 Espanha. O jogo foi para os pênaltis. Na primeira cobrança ambos acertam. Na segunda também. Mas na terceira, a Austrália erra, e a Espanha não. Só que ainda não tinha acabado. Na quarta cobrança, a esperança volta ao time australino. Os espanhóis erraram a cobrança, enquanto os australianos acertaram. E na quinta, a glória. Se repetia o mesmo fato e a Austrália se classificava para as quartas.

Chegava a vez dos iranianos. A sensação da copa. O time que goleou Portugal e ganhou do Brasil, se classificou sem perder ou empatar sequer um jogo. O jogo contra a Alemanha parecia que o Irã iria surpreender de novo. O time entrava confiante. O goleiro alemão, Oliver Khan, assim como Petr Cech (goleiro da República Tcheca), era um paredão. Mas Karimi abriu o placar. Só que aí veio o errinho crucial. Frings empatou a partida, que foi para a prorrogação. Mesmo assim o placar permaneceu o mesmo: Alemanha 1x1 Irã. Então fomos para as penalidades. Primeira cobrança: a Alemanha acerta e o Irã também. Segunda cobrança: novamente a Alemanha acerta, só que o Irã erra. Terceira cobrança: mais uma bola guardada pelo time alemão. Os iranianos também não desperdiçam. Quarta cobrança: a Alemanha perde e a esperança volta ao Irã. Teria durado mais tempo se eles não tivessem desperdiçado. Chega a quinta cobrança. Se Alemanha acertar, o Irã nem irá cobrar a sua última penalidade. E é o que acontece. A sensação da copa estva eliminada.

A classificação gloriosa da Arábia Saudita, que chegava invicta as oitavas, era motivação para o grupo. O jogo seria difícil. Afinal do outro lado do campo estavam Roy Keane, Robbie Keane e Duff, todos no mesmo time. Era a boa Seleção da Irlanda. Foi um jogo muito disputado. Os dois times tentavam mas não conseguiam marcar. Os goleiros, Shay Given(Irlanda) e Zaid(Arábia Saudita), salvavam seus respectivos times. E, graças a eles, os placar não saiu do zero e permaneceu assim durante a prorrogação. Então, mais uma vez, teríamos uma disputa de pênaltis. Na primeira cobrança, tanto Arábia quanto Irlanda, acertaram. Na segunda, novamente um igual ao outro. Só que dessa vez ambos erraram. Na terceira e na quarta, continuaram iguais acertando as duas. Mas na quinta, o desespero dos sauditas. Eles erraram e os irlandeses acertaram. Eles estavam eliminados.

PARTE II: Quartas-de-Final

Chegaram as quartas-de-final. Só restaram dois times nossos: Japão e Austrália. E, por ironia do destino, iriam pegar justamente Irlanda e Alemanha, que eliminaram Irã e Arábia Saudita. Portanto agora o objetivo era vingá-los.

Ainda invictos, e sem tomar gol, os japoneses tinham a chance de vingar a Arábia Saudita, com o confronto com os irlandeses. A partida começa boa, os dois times começam bem. O Japão pressiona, mas, pela primeira vez, Kawaguchi é vazado. Gol da Irlanda! Stephen Elliot marca. O time do Japão continuava batalhando. Mas não adiantou, pois Shay Given estava no gol irlandês. Ele salvava tudo. O time nipônico lutou até o fim. O árduo fim. Que tinha nele o Japão perdendo de 1x0 para a Irlanda, e a invencibilidade com a eliminação.

Já a Austrália, que vinha de um jogaço com a Espanha, poderia vingar o Irã, no jogo contra a Alemanha. Esse jogo foi quem nos lembrou da eficiência do goleiro alemão, Oliver Khan. Já Mark Schwarzer, nem trabalhava. Afinal, só dava Austrália. Mas não tinha jeito. Era mesmo uma muralha debaixo das traves. Foi ele que fez o jogo terminar em 0x0. E os australianos iam para mais uma disputa de pênaltis. É, e Oliver Khan estava mesmo impossível. A Alemanha acertou a primeira cobrança e defendeu a dos australianos. E, dai até a quarta todos acertaram. E é chegada a última cobrança. Nós voltamos lá para a disputa entre Alemanha e Irã. Era só eles acertarem que a Austrália não teria mais direito à última cobrança. E eles demonstraram que realmente são bons cobradores de pênaltis. A Austrália estava eliminada.

Não restara nenhum time nosso nas próximas fases. E assim terminava a nossa copa.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Diário de Winning Eleven


Começaremos hoje a falar sobre uma coisa que qualquer adolescente da minha idade(13/14) gosta: video-game! No Brasil então nem se fala! E como é a paixão nacional, os jogos preferidos são os de futebol. O mais popular ultimamente é o Winning Eleven(WE). E é dele que vamos começar a falar. A partir daqui vocês vão acompanhar os meus feitos no jogo.

Vamos começar falando da Copa do Mundo, que eu fiz com meu grande amigo e padrasto CEL(dono do Blog do CEL).

Objetivo:
Tentar ser campeão com times asiáticos, em uma copa só de seleções boas ou médias.

Nossos Times:
Eu: Japão(Grupo B) e Irã(Grupo F)
CEL: Austrália(Grupo C) e Arábia Saudita(Grupo G)

Grupos(somente os nossos):
B: Inglaterra, Japão, Paraguai e Croácia
C: Argentina, Austrália, Rússia e Grécia
F: Brasil, Irã, Dinamarca e Portugal
G: Fraça, Arábia Saudita, Costa do Marfim e Turquia.

Nível:
★★★

CAPÍTULO I: Primeira Fase

O Japão, que na teoria seria o mais fácil de se jogar tinha como escalação um 4-4-2 com: Kawaguchi, Nakazawa, Tanaka, Miyamoto(Capitão) e Komano; Inamoto, Nakata, Alex e Nakamura; Takahara e Yanagisawa. O time jogava bem, direitinho. Tanto é que acabou com 100% de aproveitamento a fase de grupos. Primeira jogo foi contra a Croácia. A marcação forte do time adversário atrapalhava pouco, mas não o suficiente para evitar a vitória: Japão 2x0 Croácia, com gols de Yanagisawa e Takahara. O segundo já foi tranquilo. Vitória fácil em cima do Paraguai: Paraguai 0x4 Japão. Os gols nipônicos foram marcados por Inamoto, Yanagisawa, Caniza(contra) e Nakamura. Mas o jogo mais difícil foi contra a cabeça-de-chave Inglaterra. Um jogo muito disputado e uma vitória suada por 1x0 na Inglaterra, com gol de Takahara.

Diferente do Japão, a Austrália não teve vida fácil. O primeiro jogo o time australiano, contra a Grécia, foi com um 4-3-3: Schwarzer, Popovic, Moore, Neil e Chiperfield; Bresciano, Cahill e Culina; Wilkshire, Kewell(capitão) e Viduka. O jogo foi difícil, e os gregos acabaram marcando primeiro com Vryzas. Mas logo depois Kewell empatou. E foi assim até o final do jogo. Resultado final: Austrália 1x1 Grécia. Já no jogo seguinte, a Austrália resolveu ir com um 4-4-2: Schwarzer, Popovic, Moore, Neil e Emerton; Bresciano, Cahill, Wilkshire e Kewell; Aloisi e Viduka. Deu certo! O time consegui um resultado expressivo contra a Rússia: Rússia 0x3 Austrália, com gols de Aloisi e Viduka(x2). Mas aí veio o jogo mais difícil, Argentina! O jogo foi muito disputado, e num erro da zaga, que cabeceou a bola pro meio da área, Aimar abriu o placar. Mas no final, Aloisi marcou. E o jogo ficou em Austrália 1x1 Argentina. Conseguiu se classificar em segundo.

Aparentemente a situação mais incômoda era a do Irã. Que nada! O Irã foi a sensação da copa, jogando num 4-4-2(Mirzapour, Kaabi, GolMohammadi, Rezati e Zar'e; Nekounam, Mahdavikia, Zandi e Karimi(capitão); Khatibi e Hashemian) com seus resultados na fase de grupos. Primeiro um surpreendente resultado sobre Portugal: Irã 5x0 Portugal com gols de Kazemian, Zandi(x2), Hashemian e Mahdavikia. Logo depois, a Dinamarca. Parecia, pelo grupo, que seria o jogo mais fácil. É, só parecia! Foi o jogo mais difícil. Khatibi fez um gol salvador, para fechar o placar em Dinamarca 0x1 Irã. Aí veio o cabeça de chave Brasil. Mas os iranianos não tiveram dificuldades. Irã 3x0 Brasil, com gols de Zandi, Khatibi e Hashemian. E eles terminavam a primeira fase com 100% de aproveitamento.

A Arábia Saudita, teoricamente o pior time, também jogava no 4-4-2, que tinha: Zaid, Al-Harbi, Al-Montashari, Al-Thaker e Altamian; Al-Dosari, An Sahcle, Al-Shlhoub e Alinohadeer; Al-Jaber(capitão) e Pakarani. A primeira partida foi contra os turcos. Um jogo duro e sem gols apenas um empate de 0x0 com a Turquia. O outro jogo foi contra Costa do Marfim. Foi uma partida dura, mas Al-Shlhoub estava lá para salvar. Placar final: Costa do Marfim 0x1 Arábia Saudita. Foi então que veio o jogo mais difícil. O jogo contra a França! O time francês começou marcando com David Trezeguet. Mas adivinha quem estava lá para salvar? Al-Shlhoub empatou o jogo e deu números finais à partida: Arábia Saudita 1x1 França. Com isso os sauditas se classificaram com 5 pontos em segundo.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Faz a diferença!

Depois do jogo de ontem, deu pra perceber que quando um jogador joga bem, o Flamengo joga bem. O jogador de quem estamos falando é Ibson. O volante não vinha jogando bem e, conseqüentemente, o time. Mas ontem foi diferente.


Mesmo sem Fábio Luciano e Juan, o time conseguiu jogar o que sabe e não decepcionou o torcedor. E, junto com outros grandes personagens do jogo como Obina e Kléberson, estava Ibson. O jogador mostrou o que sabe jogar e o time inteiro não decepcionou. O volante até marcou gol, após uma bonita tabela com Fierro. Resultado: Ibson jogou o que sabe e o placar final

acabou sendo nada mais nada menos que Flamengo 5x0 Coritiba!


A conclusão que chegamos é que o Ibson é peça fundamental no Flamengo e, sem ele jogando o que sabe, o time perde muito em qualidade. Com Juan é a mesma coisa: ele joga mal e o time perde qualidade, e muito. Pior ainda é quando nenhum dos dois joga o que sabe, ou um não joga por suspensão, lesão ou convocação, e o outro não apresenta o que sabe. São nessas ocasiões que acontecem desastres, como Flamengo 0x3 Atlético-MG em pleno Maracanã lotado.


Em minha opinião, quando o Ibson joga o que sabe, tem espaço em qualquer clube do Brasil e do mundo se bobear. Tem espaço até na Seleção Brasileira, com ou sem Dunga.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Figurinha: Adrian Mutu - Quando um romeno invadiu a Itália.


Pode ser um jogador de seleção pequena (atualmente), mas nunca um jogador de pouca qualidade. Esse é Adrian Mutu. Romeno, natural de Calinesti, começou sua carreira aos 13 anos nos juniores do Arges Pitesti (esquerda) da Romênia. Aos dezessete anos foi revelado pelo mesmo clube, onde jogou 46 partidas e fez 14 gols no campeonato nacional. Era um jogador que chamava atenção. E aos 19 anos conseguiu uma transferência para um clube de maior expressão na Romênia, o Dínamo Bucaresti (direita). Agora ele tinha a chance de ser revelado ao mundo, pois poderia jogar uma Liga dos Campeões da Europa. Fez um histórico invejável no clube: 36 partidas e 27 gols no Campeonato Romeno. Foi suficiente para que acontecesse o primeiro passo de sua carreira vitoriosa em grandes ligas européias. O Dínamo acertara sua transferência para a Inter de Milão, da Itália.

Agora com a chance de sua vida, o atacante romeno teria de mostrar do que era capaz. E a primeira decepção. O jogador jogou apenas dez jogos no Calcio, e não marcou gols. Não convenceu e foi vendido a um clube italiano de menor expressão, o Hellas Verona (abaixo). Mas não era tão ruim. Afinal, no Verona haviam passado grandes jogadores como os italianos Paolo Rossi, Francesco Toldo e Gilardino, o argentino Canigia e até mesmo o brasileiro Dirceu. Porém, o clube vivia um mau momento. O romeno foi contratado para livrá-los do mesmo, mas não funcionou. O clube acabou caindo no Campeonato Italiano 2000/2001. Mutu continuou fazendo sua parte. E terminou sua passagem pelo Verona, após ser contratado pelo Parma. Sua carreira subia de novo.

De volta à Série A da Itália, Mutu dessa vez não decepcionou. Foi um dos destaques da campanha do Parma, mesmo sendo reserva de Adriano (atualmente na Inter de Milão) e Gilardino(atualmente na Fiorentina), que foi seu companheiro no Verona. Marcou 22 gols pela equipe em 36 jogos pela Série A. Voltou novamente a ser observado pelos grandes do velho continente. Do bom trio de atacantes pertencente ao Parma na época, Mutu foi o primeiro a sair. Novamente foi jogar em um grande clube: o Chelsea da Inglaterra.

No clube inglês, o Romeno conseguiu uma vaga em uma seleta lista de jogadores notáveis do clube, junto com grandes jogadores como Ballack, Deco, Robben, Crespo, Ruud Gullit, Makélélé entre vários outros. Mesmo jogando mais recuado, se destacou. Destaque foi tanto, que veio mais uma transferência. Dessa vez ele voltava à Itália para jogar na Juventus.

Assim como nos outros clubes, não era titular absoluto. Mas isso nunca foi problema para o jogador. O meia-atacante romeno, sempre que jogava não decepcionava. Mas mal sabia ele que uma bomba cairia no clube de Turim. Mesmo que, na tabela, o time fosse o primeiro, a Juventus acabou rebaixada por causa de uma punição pela manipulação de resultados. Foi aí que com 27 anos, se transferiu para a Fiorentina.

Na Fiorentina, Mutu iria se consagrar. Novamente sem ser titular absoluto, Mutu se destacava e aos poucos ganhava seu espaço. O camisa 10 do time de Florença, conquistou a titularidade e começou a se destacar mais e mais. E esse ano, acabou reencontrando um velho companheiro. Sabe quem? Nada mais, nada menos que Alberto Gilardino, com quem jogara no Verona e Parma. Hoje, Mutu vive um dos melhores momentos de sua carreira.

O jogador foi chamado pela primeira vez para a seleção romena em 2000, quando tinha 21 anos. Hoje é o legítimo camisa dez da Romênia e a maior esperança também. No total, fez em torno de 65 jogos com a camisa romena e cerca de 29 gols.

Adrian Mutu é um jogador de muita qualidade, e muito melhor do que outros super valorizados. O jogador está no mesmo nível de Alexandre Pato na minha opinião. Há jogadores na nossa seleção, que eu trocaria fácil pelo Mutu, como por exemplo Elano, Josué, Gilberto Silva, Jô etc.